quinta-feira, maio 26, 2011

Olhar de novo


É engraçado. Gravei as imagens desse vídeo ano passado. Uma experimentação. Improvisação com selos, espera imbuída. Pensei que as imagens seriam perdidas, já que não foram usadas para a construção do espetáculo da época. Mas agora, com o Poéticas Urbanas, surgiu a oportunidade de trabalhar com esse auto-vídeo. É interessante saber que podemos olhar de novo para algo que já considerávamos perdido. Como se o trabalho estivesse ali, adormecido, apenas esperando a sua vez de entrar em cena. Um amor que se guarda para depois. Pra quando houver coragem, pra quando puder ser inteiro.

2 comentários:

Grã disse...

Não é raro isso acontecer, é?
Vídeos, poesias, contos, amores, amizades, que ficam em dormência, ou melhor, em latência, aguardando acontecerem... mas às vezes não acontecem.

Que bom que esse teve um "final feliz", por assim dizer!

Washington Oliveira (Waro) disse...

Gosto do seu olhar.