sábado, julho 05, 2008

Epifania

Era paisagem.
Depois, passos.
Na boca, paladar.
Você em pedaços.
Pele, pêlo, pau.
Falando assim, parece banal.
Mas não é. É por do sol.
Poesia improvisada no temporal.
Dizem que a cidade é seca.
E depois da pele, vem a posse.
- Não é o prazer?
-Prazer é o ato de ficar perdida a noite inteira dentro de você...

3 comentários:

Perdição disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Perdição disse...

Sabe que eu nunca esperei estar do outro lado da poesia!!!!!=)!!!muito boa Paty.....vc sabe que eu gosto da forma como sua poesia rima/soa mesmo quando as rimas ficam assim, tácitas!

Poeta Anônimo disse...

E eu que achava
que tão belas palavras
tinham como endereço certo
o meu braço aberto...