quinta-feira, dezembro 13, 2007

Garranchos Azulados


É melhor escrever - pra passar o tempo e a dor - derramar esse corpo cansado sobre papel. Quem sabe, virar poesia. Escorregar no amor de um novo leitor. Ou apenas se por pronta pra ser amassada e jogada fora com as contas do mês anterior. Um papel com garranchos azulados, escrito as pressas, sem muita importância. E uma música bonita que atrapalha ao fundo. Eu, parada, sem conseguir criar o meu mundo. Sozinha, coberta por algumas palavras sem sentidos. Reflexões bobas para uma quinta. Quarta. Sei lá, uma seqüência de dias que intimamente são os mesmos. Eu, em círculos, como numa trama malfeita de novela. A caneta falha. Opõe-se a transformação de poesia em vida. Ou vice-versa. Incontáveis folhas vão ficando azuis: mistura de lágrimas com a cor vulgar de bic roubada...

3 comentários:

df_barbosa disse...

Ola patricia tudo bem? bom vc deve ter reparado já que não me conhece mas eu li seu blog suas poesia e gostei muito, vc e uma pessoa muito interessante, talvez diferente, ainda mais quando vc desperta emoçoes em pessoas que nem sequer conhece, mas bom não tenho muita esperança que me retorne mas saiba que hoje seus poemas e pensamentos me inspiraram... continue assim, guarde aqui o que passa pela sua mente e eu e possivelmente varias outras pessoas vao acompanhar sua vida por outros olhos.. espero te conhecer ou conversar com vc se possivel bjos obrigado.

Patrícia Del Rey disse...

Olá, Moço acima!

não te conheço mesmo!
Mas fico feliz pelo retorno!è muito bom saber que sensilizamos alguém de alguma forma! Tentei te responder na sua pagina.. mas não consegui acessar! =[
Enfim..me add no orkut pra conversarmos! beijinhos

Pelos Olhos disse...

adorei esse...novamente te digo pra que provocar...é melhor ser poética...hahahahahaahah