
domingo, outubro 21, 2007
Prazo de Validade

Minhas Fugitivas

quinta-feira, outubro 04, 2007
Um cálice sujo na beira da mesa
terça-feira, outubro 02, 2007
Choques instantâneos de realidade.

Meus choques instantâneos de realidade aparecem de repente, assim, sem mais nem menos. Mesmo sem nenhum convite, eles insistem em bater na minha porta. Às vezes na hora do almoço, no despertar de um sonho bobo ou dentro de uma lona de circo empoeirada. Eles chegam por todos os lados, são seguidores astutos. Costumam se entrelaçar no meio de uma noite suja qualquer, depois de algumas doses a mais ou ervas a menos . E se aproximam devagar, chegam de mansinho, como se fossem bichos que arrastam em direção a minha loucura. Eles tentam sugar o equilíbrio que conquistei as duras penas. Querem se apoderar do meu corpo, beijar a minha boca, fazer amor com a minha razão. Os choques de realidade são muitos, e dão medo. Tento escapar bebendo mais um copo, escorando em alguém que está do lado, dando uma risada sem graça. Tudo desnecessário. Eles continuam querendo entrar. E é logo em mim, que tenho os olhos cansados de ver o real. Ando inebriada na minha loucura, na fuga necessária, na minha incompatibilidade com o mundo. Eu, ser inapto. Desses que anda rindo desesperadamente pelos bares, na corrida por algo efêmero como o amor. Quero sair desse lugar frio, impuro e sujeito a esses choques de realidade. Preciso correr pra longe, um lugar que a vida não é apenas... e sim, poesia amanhecida na beira do lago.
quinta-feira, setembro 20, 2007
?!
Disse ela, a outra, enquanto esmagava mais um pobre coração de rival...
domingo, setembro 16, 2007
Vênus em Aries
Não gosto de pausas. Nem de três pontos. Ou desse tempo que se busca uma certeza sobre algo que nasce incerto. Eu simplesmente detesto o discurso pronto, revisado e sem nenhum erro de português. Prefiro me deliciar com rimas soltas, poesias sem sentidos e principalmente frases corridas, que nascem sem vírgula ou respiração. Quando você vê, ela já se perdeu pelo mundo... Eu sou acostumada com poemas e amores improvisados, esses que nascem e morrem instantaneamente. Talvez por culpa da minha carência, que insiste em criar vínculos imaginários, ou da minha tendência suicida, que se atira sobre corpos efêmeros na tentativa de torná-los especiais. Se eu me perco, é pra tentar me encontrar. Uma tentativa, um risco e um pulo. Rabisco letras soltas por ai, pra quem sabe um dia, encontrar alguém que ligue as letras, desligue os três pontos e me leia inteira!
quinta-feira, setembro 13, 2007
Enormes Óculos

sexta-feira, setembro 07, 2007
Ton sur Ton
